sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Somos divinos, somos deuses.


A cada dia me convenço do aspecto divino do homem. Duas citações extraídas da Bíblia, o Livro Sagrado dos Cristãos, à minha interpretação, corroboram para esse convencimento: a que afirma que fomos criados à imagem e semelhança de Deus e, a que diz que somos a Templo do Espírito; que o Espírito habita em nós.

Se somos a semelhança de Deus , se somos a casa do Espírito, então também somos divinos, somos “deuses menores”; somo deuses, sim e com tais também podemos operar prodígios, milagres, como muitos preferem.

Os milagres estão dentro de cada ser humano que, no entanto prefere busca-los externamente . Quanto mais corre atrás “do milagre”, mas distante fica deles. Nós, por essência, somos a soma de vários milagres.

Essa semana, descobri que não é somente eu quem pensa dessa forma. Conversando com a minha amiga Sílvia Letícia, que atualmente vive uma fase de introspecção, ela também acredita na divindade do homem e no fato de os milagres estarem ao nosso alcance. 

Letícia acredita, assim como eu, que se aprendermos a buscar, se passarmos a perscrutar o nosso interior acabaremos por descobrir uma fonte inesgotável de milagres, milagres que poderão mudar a nossa e a vida de quem nos rodeiam.

Portanto, se você teve a oportunidade de acessar esse cantinho, vá em frente, acredite, busque seus milagres, FAÇA SEUS MILAGRES DIÁRIOS,  eles estão dentro de você

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Paixão no Corpo


As pessoas têm várias maneiras de externar aquilo de que gostam. Tem quem prefira o silêncio, e a solidão de quatro paredes; outros, abrem a boca em praça pública, tv, faixas etc. Porém, tem uns que preferem “marcar na carne” suas paixões. É o caso do professor Samuel Souza. Ele é dono de várias tatuagens, Cada uma mais bonita do que a outra, mas tem uma que chama mais atenção: a do Homem Morcego, o Batmam que ele tatuou na panturrilha e costuma exibir com orgulho.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lançamento


O Brasil precisa conhecer o poeta de marca maior chamado Zeca Tocantins. Zeca é versátil e profundo; sabe manusear bem a as palavras; consegue, às vezes, em duas linhas, dizer o que muita gente precisa de um tratado para expressar. Dialética do Silêncio é o novo livro do poeta.
No formato de bolso o livro expressa as inquietações do artista com temas como meio ambiente, amor, política e, a própria existência.
Abaixo dois dos poemas contidos na obra:

01 “Quem mata a mata se mata;
Retira o ar que respira.
É tiro pela culatra
Acaba virando mira.

02 O amor diz tudo.
Ainda por cima é mudo.