domingo, 26 de junho de 2011

Livre




Fecho os  olhos e me jogo do alto. Abro os braços  e mergulho   em mundo sem barreiras e  sem regras.

São somente eu e o vento e o tempo. Solto  um grito que só eu escuto no silente templo do meu  mundo interior.

Abro mais os braços tentando desesperadamente respirar. O mundo sem barreiras e sem regras não me deixa sorver o ar de que preciso.

Fecho os olhos e contrariando a força da gravidade retorno ao leito do meu pensar.