quarta-feira, 27 de julho de 2011

Boemia


Boemia

Abrir a porta, fechar os olhos e sentir a lufada de ar no rosto,
Andar pelas ruas a toa, sorrindo naturalmente  e acenando para os amigos que encontrar
Arrancar  o relógio e arremessa-lo o mais longe que puder;
Libertar-se  das horas e dos compromissos marcados
Parar na banca de revista ler as notícias e  as últimas,  das novelas
Sentar –se à  mesa de um boteco, olhar pra direita, pra a esquerda, pra frente e pra trás a admirar as moçoilas a rebolar
Pedir uma cerveja. Sorve-la  e,  calmamente,  sentir a goela gelar esperando o outro dia chegar.