terça-feira, 22 de abril de 2008

Emoção é quase tudo, I parte


Tenho observado a instabilidade emocional que toma conta, ás vezes, de diversas pessoas com quem convivo, incluindo eu mesmo. Essa observação fez com que chegasse á seguinte conclusão: de todos os aprendizados um dos mais importantes é o aprendizado emocional; ainda não priorizado como deveria, mas que a cada ano, com a evolução ou involução da sociedade, faz –se necessário. As emoções, não é nenhuma novidade, formam o mote que desencadeia os sentimentos que movimentam a vida.
O homem é carne, osso, sangue, mas também é emoção. Talvez o grande drama da humanidade seja não somente o controle, mas a educação das emoções. Haward Gardner, o estudioso das inteligências múltiplas, e Daniel Golemam (inteligência emocional) são gurus dessa tese, no entanto, há 2300 anos o filosofo grego Aristóteles já defendia a necessidade de o homem se educar emocionalmente ao dizer, certa vez que “ qualquer um pode zangar-se, isso é fácil, mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa e da maneira certa, não é fácil”O grego tem razão...Não é fácil se adequar ou se educar a esse sistema sendo mais um motivo para que o homem, de forma consciente, lute para ser mais inteligente emocionalmente, aprenda a lidar com suas emoções, e assim viver melhor e evitar injustiças consigo e com os outros.
As emoções matam, mas também salvam vidas! O filme da sociedade moderna revela a dificuldade que a as pessoas têm de lidar com suas emoções e de se reeducarem emocionalmente. Como já afirmava Aristóteles, isso não é nada fácil.
O ser humano, a cada dia fica mais isolado! Perdido na multidão, carente de respeito, reconhecimento; de um sorriso um simples aceno, de um tapinha nas costas, de um aperto de mão; carente de gente. Não existe benesse alguma, é fato, que substitua um sorriso verdadeiro, um elogio sincero, um abraço fraterno. Digo que é preciso que as pessoas saibam que gestos como esses ajudam a salvar vidas e que a ausência destes pode provocar mortes no sentido amplo da palavra.

Um comentário:

Rodrigo Alessandro disse...

O texto resume muito bem a importância de dosarmos as emoções e não apenas conte-las. Gostei.